quinta-feira, 10 de março de 2011

..:: Pedras Escondidas ::..

Tudo Que Vem De Ti


eu te ligo, mas você não liga
eu te falo, mas você não ouve
eu te procuro, mas você não acha
eu te quero, mas você não vê

assim...

não vou repartir, com você, todo meu amor
meu amor
não vou dividir, com você, todo meu amor
meu amor

eu sinto, vejo, falo, que eu quero só você
teu cheiro, teu corpo, tua voz ao meu lado
todos os segredos, até o que não posso ver
com tudo que vem de ti, não posso só ficar parado

assim...

eu quero viver, com você, um grande amor
nosso amor
e vou descobrir, com você, esse grande amor
nosso amor

te faço um poema, te canto uma canção
declaro o que eu sinto dentro do meu coração
e esse sentimento será a minha arte
e eu espalharei por toda parte

assim...

vou repartir, com você, todo meu amor
meu amor
vou dividir, com você, todo meu amor
meu amor

(Emmanuel Vasconcelos)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

..:: Pedras Esconidas ::..

De Cara


Você precisa entorpecer a sua mente,
para sentir dor,
Você precisa entorpecer a sua mente,
para sentir o prazer,
Você precisa entorpecer a sua mente,
para entender,
Você precisa entorpecer a sua mente,
para tentar aceitar.

Que o mundo não é todo colorido,
Que a vida não é algo sem sentido,
Que o fruto do trabalho vale a luta,
Quando a luta é pra valer,
quando o trabalho é para o bem.

Pensa em viver,
Pensa em ficar,
Pensa em não olhar para o futuro.

Não tenta aprender,
Nem tenta explicar,
Pensa em não pensar, o mundo é confuso.


(Emmanuel Vasconcelos)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Brotar de Vida (soneto music)

brotar de vida


Lá do céu a lua pode ver,
a tempestade que se forma,
Toda a água se transforma,
vida renasce como o amanhecer,

Raios clareiam a noite de quem viaja,
por uma estrada além de qualquer destino,
Trovões precedem o cair de mais uma água,
todos os cantos à natureza, só um alívio,

Uma semente tem o direito de florescer,
Brotar de vida, conhecimento amadurecer,
Nada se destrói, tudo se transforma.

Natureza nada exclui, tudo se encaixa,
Nenhum nó se desata de cabeça baixa,
A vida, o destino às águas de um rio.



(Emmanuel Vasconcelos)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

music

Na Manhã Seguinte Nada


(INTRO Am G Em Am)

Na manhã seguinte nada,
Minha mente sem nenhuma direção,
Toda a paixão da madrugada,
Esvazia ainda mais meu coração.

Será que eu tenho medo, mesmo, sendo, insatisfação?
Eu devo estar maluco, confuso, pois tudo, é pura ilusão.

(SOLO INTRO)

Eu sempre saio na caçada,
Procurando por alguma diversão,
Sempre me encontro com uma gata,
E saímos pra cantar essa canção.

Cultivamos amizade,
Adorando a liberdade de expressão,
Desafiamos a verdade,
Enlouquecidos pelo fogo da emoção.

E curtimos toda a noite,
Embalados pelo som dessa canção.
Sinto-me como se fosse,
O soberano do próprio coração.

Será que eu tenho medo, mesmo, sendo, insatisfação?
Eu devo estar maluco, confuso, pois tudo, é pura ilusão.

(SOLO)

Na manhã seguinte nada,
Minha mente sem nenhuma direção,
Toda a paixão da madrugada,
Esvazia ainda mais meu coração.

Será que eu tenho medo, mesmo, sendo, insatisfação?
Eu devo estar maluco, confuso, pois tudo, é pura ilusão.

(DUB SOLO END's)

Am G Em Am

(Emmanuel Vasconcelos)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

transliterações de um ambiente de trabalho

ócios do ofício

croc croc!
enfio dois grampos num contrato,
o sistema insiste em me tratar como um rato,
cobrando absurdos por migalhas de queijo.

telefone toca!
arrasto-me sorrateiramente pela mesa,
ciente do perigo dirijo-me a uma ratoeira,
atendo-a com um elegante - pois não?

corro os sistemas por entre ratoeiras,
calculo tudo duas vezes para ter certeza,
quando discordo, falo, brigo, por que não?

grampos, clipes, recusas de contratos,
pendências, análises, sistemas em colapso
nervoso, insisto até conseguir meu queijo.

(Emmanuel Vasconcelos)

Palavras ao Vento (Carne Crua)

Carne Crua


Minha sanidade busca em ti uma cura,
Preciso tê-la de qualquer forma,
Vestida com tua paz, intensidade pura,
Como uma jóia rara que não se joga fora,

Que mesmo vestida em seus véus vermelhos,
Não me causes medo, pois não és droga,
Que eu não te aches dentro de espelhos.
Toda minha ansiedade é sentir o efeito,

Saber teu gosto, perder meus medos,
Fazer o coração bater no peito,
E olhar no espelho e poder sorrir.

E da minha vida me tornar prefeito,
E de toda tua cura poder sentir,
Que és carne crua, nua e crua.

(Emmanuel Vasconcelos)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Palavras ao Vento (Crônicas Inacabadas I)

Crônicas Inacabadas

I

Eu quero construir uma estória que não tenha fim,
O segredo do seu legado está no fundamento do amar,
E eu tenho toda liberdade se quiser falar,
Mas palavras não traduzem o que se passa em mim.

Noite e dia, dia e noite eu só quero estar,
Ao lado daquela bela que me faz sorrir,
Do mínimo detalhe ao que só se pode sentir,
Em busca da verdade, de edificar o amar.

Mas em toda essa estória ela tem que estar,
Aberta ao amor que no coração tem,
E no coração dela eu hei de estar.

Mas em todo o universo e ainda mais além,
Tudo o que eu disser de nada adiantará,
Enquando eu não for de fato o seu alguém.

(Emmanuel Vasconcelos)